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O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) foi condenado a pagar R$ 150 mil pela 6ª Vara Cível do Fórum de Madureira do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
O motivo foram as declarações homofóbicas que ele proferiu durante entrevista ao programa “CQC”, da Band, em 2011 (veja o vídeo abaixo).



Para a juíza Luciana Santos Teixeira, o parlamentar abusou do direito de liberdade de expressão ao “agredir e humilhar” homossexuais, ferindo os princípios da igualdade e isonomia.
A ação foi movida pelos grupos Diversidade Niterói, Cabo Free de Conscientização Homossexual e Combate à Homofobia e Arco-Íris de Conscientização moveram.
Bolsonaro vai recorrer e disse que leva o caso até o Supremo Tribunal Federal se precisar. “Tudo o que eu falei lá, vou continuar falando”, afirmou ao portal UOL.

Fonte: ParouTudo



O deputado federal Jean Wyllys divulgou o primeiro vídeo de uma campanha que visa combater as DSTs e incentivar o uso de preservativos, sobretudo no período de carnaval.

No filme, um casal gay conversa por meio de um aplicativo no celular e combinam de se encontrar. Depois de alguns beijos na piscina, um deles busca um suco e aproveita para levar algumas camisinhas.

"Carnaval tem música, piscina, dois caras a fim, muito desejo, mas... tem camisinha?", escreveu Jean em sua página no Facebook, acrescentando as hashtag #UseCamisinha e #Carnaval2015.

O vídeo foi realizado pelo mandato do deputado em parceria com o coletivo Fora do Eixo e voluntários do Rio de Janeiro.


Veja:



Fonte: ACapa

Por: Giomário Nunes Torres

Depois de suas declarações homofóbicas no debate entre presidenciáveis transmitido pela TV Record neste domingo (28), Levy Fidelix (PRTB) não deve sair impune dessa. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a também candidata à Presidência da República, Luciana Genro (PSOL), protocolaram uma representação contra Levy no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pedindo uma punição ao candidato, acusando o mesmo de ‘incitar ódio’ ao dizer que os homossexuais são uma minoria que deve ser “enfrentada”.
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL), também protocolou uma representação contra o candidato no TSE. Eles afirmam que tal declaração fere a legislação eleitoral no trecho em que proíbe a propaganda “de guerra, de processos violentos para subverter o regime, a ordem política e social ou de preconceitos de raça ou de classes”. A OAB ainda pede que o TSE casse o registro de Fidelix, como um direito de resposta à comunidade LGBT.
Após o seu discurso de ódio, diversos grupos estão se reunindo no Facebook para formalizar denúncias à Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos. É o caso do grupo “Denúncia coletiva contra Levy Fidelix (Lei 10948/01)” e o “Denunciaço contra Levy Fidelix“. No grupo “Denúncia coletiva contra Levy…”, que conta com mais de 19 mil confirmados, você pode preencher um formulário para coleta de dados para realização da denúncia coletiva.

Fonte: Pheeno
Um dia depois de divulgar um vídeo a favor da candidatura de Marina Silva à presidência, o ator americano Mark Ruffalo, que é conhecido pelo papel de Hulk em “Os Vingadores”, publicou uma carta em seu site oficial retirando seu apoio.
O astro, que recentemente produziu e atuou como um ativista gay no filme “The Normal Heart”, da HBO, sobre o preconceito enfrentado por homossexuais no surgimento da AIDS, nos anos 1980, explicou que “veio a descobrir que a candidata pode ser contra o casamento gay e isso me colocaria em conflito direto com ela.”


No texto, Ruffalo diz que tem “brigado pelo casamento civil igualitário” nos Estados Unidos e que vê o tema como “um reflexo da qualidade do candidato.” “Eu não sabia que essa era a posição dela [Marina Silva] quando fiz o vídeo de apoio. Apenas vi o debate em que ela apoiava o casamento gay e descobri que seu partido retirou o apoio à causa”, explicou. “Não posso, em sã consciência, apoiar uma candidata com uma visão de extrema direita sobre assuntos como casamento gay e direitos de reprodução, mesmo que essa candidata deseje fazer a coisa certa em relação às causas ambientais.”


“Não sou um especialista em política brasileira”, fez um mea culpa. “Mas posso dizer que os direitos das mulheres, dos gays e o meio ambiente são parte de um conjunto de um mundo ao qual desejo pertencer.”
 Se você quiser ler (em inglês) a carta completa de Mark Ruffalo, entre aqui

Fonte: Yahoo!

Sem nenhuma chance de vencer esta ou qualquer outro tipo de eleição, o candidato do PRTB, Levy Fidelix, se tornou o assunto mais comentado do debate entre os presidenciáveis no domingo, 28 na TV Record. Este nojento e asqueroso político representa o que há de mais sujo e abominável na política nacional, é tudo de pior em apenas uma pessoa.
Questionado pela candidata do PSOL, Luciana Genro, a razão de pessoas que defendem a família se recusarem a reconhecer as famílias compostas por pessoas do mesmo sexo, Fidelix deu um show de horror repleto de preconceito, discriminação e homofobia em cadeia nacional.

“Tenho 62 anos, pelo que eu vi na vida, dois iguais não fazem filho, e digo mais, aparelho excretor não reproduz”, disse. O homofóbico continuou dizendo que “se começarmos a estimular isso aí [o casamento gay], a população do Brasil vai cair de 200 milhões para 100 milhões. Vai andar pela [Avenida] Paulista pra você ver.”
A nojeira proferida pelo candidato continuou com ele comparando homossexualidade a pedofilia, dizendo que gays deveriam ter tratamento psicológico e declarando guerra aos LGBT: “Somos maioria, vamos combater essa minoria”.
Luciana Genro encerrou a discussão de forma primorosa: “Eu sou a candidata que mais defende a família. Defendo todas as famílias. O importante é que as pessoas se amem.”
O discurso homofóbico de Fidelix refletiu nas redes sociais, onde ele ele foi execrado – a hashtag #LevyVocêÉNojento virou hit – e até na imprensa internacional, virando chamada de reportagem do site do jornal britânico The Guardian.
Como pode um candidato a presidência da república proferir palavras com tamanhas ofensas, carregadas de ódio, um discurso que faz aumentar ainda mais os índices de homofobia em nosso país, como se a violência contra os gays já fosse pouca, pessoa assim como o Levy deve ser banido do convívio em sociedade, pois não aprendeu o mínimo para o bom convívio, este político nojento deveria ser preso e pagar por incitação a violência e ao ódio contra LGBTs.

Fonte: ParouTudo 

Rômulo Conrado, procurador regional eleitoral do Ceará deu parecer favorável para que o candidato Ailton Lopes (PSOL) continue veiculando o beijo entre casais do mesmo sexo em seu programa eleitoral.
Conservadores e moralistas do Estado haviam recorrido ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para tentar impedir a veiculação do programa do candidato por causa do beijo.


“O beijo na boca entre casais (…) é manifestação natural de carinho, revelando um para o outro a afetividade esperada pelo par, demonstrando para a sociedade que aquelas pessoas que se beijam possuem um relacionamento, uma vida afetiva, formam um casal (…) Não há lei que proíba casais de andarem de mãos dadas ou de se beijarem em público, sejam casais homoafetivos ou heteroafetivos”, diz um trecho do parecer do procurador.

Veja o vídeo da campanha do PSOL:



Fonte: ParouTudo


Nunca se falou tanto em direitos LGBT em uma eleição quanto em 2014. Mas entre avanços, recuos, patinadas e surpresas, o movimento social LGBT paulistano decidiu formular e encaminhar aos presidenciáveis um documento de compromisso.

Articulado por vários grupos de defesa dos direitos humanos, o documento traz reivindicações e propostas importantes para a garantia de direitos igualitários à população formada por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.



No documento, é salientado o crescimento do fundamentalismo na política e a violência contra LGBT. E, em contrapartida, frisa que as ações contra a homofobia e transfobia são inexpressivas e estão negociadas de acordo com os interesses políticos de grupos religiosos fundamentalistas.

Até o momento, Luciana Genro (PSOL) e Zé Maria (PSTU) assinaram. Eles estiveram no "Desafio Eleições LGBT 2014" em São Paulo, na última quarta-feira (3) e receberam o documento em mãos. Todos os presidenciáveis estão sendo procurados para a assinatura do compromisso. 


Saiba quais são as reivindicações:

- Aprovação de Lei que criminalize lesbofobia, homofobia, bifobia e transfobia, equiparando-os às Leis existentes de criminalização por racismo;

- Aprovação do Projeto de Lei de Identidade de Gênero João Nery, que garante mudança de nome e sexo em documentos, de autoria dos Deputados Federais Jean Wyllys (PSOL/RJ) e Erika Kokay (PT/DF) na totalidade de seu conteúdo apresentado;

- Aprovação de Emenda Complementar à Constituição Federal e no Código Civil para garantia do Casamento Civil Igualitário;

- Garantia da defesa de diversidades sexuais, combatendo preconceito, estigma e discriminação de LGBT nas escolas, através de programas de educação direcionados, como o Kit-Escola Sem Homofobia;

- Garantia e ampliação de serviços de integralidade à saúde de LGBT, nos marcos da Política Nacional de Promoção à Saúde, reconhecendo especificidades de todos os segmentos, assim como facilitar o processo transexualizador, dando autonomia à todas travestis e transexuais;

- Garantir intervenções eficazes, direcionadas, eficientes e independentes do interesse de grupos fundamentalistas religiosos para prevenção de HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis, assim como o tratamento de AIDS gratuito e acompanhado no SUS para todas as populações que se encontram em maior vulnerabilidade social;

- Garantia que o processo de adoção de crianças por LGBT seja facilitado e isento de discriminação, preconceito e estigma associados às identidades de gênero e orientação sexual de LGBT;

- Cumprimento das resoluções das Conferências Nacionais LGBT, assim como a operacionalização de suas propostas por meio de políticas públicas e pactos de governo, em todos os âmbitos da federação.



Fonte: ACapa



Estamos as vésperas de um novo pleito eleitoral para Presidência da República, eleger quem vai ocupar o cargo máximo do nosso Executivo, é preciso saber em quem votar, escolher alguém que esteja de acordo com a defesa dos direitos humanos e não apenas com interesses particulares.

Este ano, 11 candidatos disputam o seu voto, com a intenção de ser o nosso representante e promover mudanças significativas que podem sim influenciar no nosso dia-a-dia. Mas uma coisa é certa e serve de alerta para o público gay, cuidado com a legenda 20, cuidado com candidatos do PSC, todos eles são sim contra os direitos recém adquiridos, o partido inteiro se posiciona contra o casamento gay. Na entrevista cedida ao Jornal Nacional, o candidato pastor Everaldo afirmou que é a favor do casamento entre homem e mulher e se eleito vai fazer de tudo para que isso seja estabelecido.

Então queridos amigos, cuidado em quem você deposita o voto, este ato pode fazer revoluções, mudanças bruscas na nossa vida, pode transformar nosso país em uma ditadura religiosa, ISSO É UM PERIGO!


Partido ligado à defesa dos direitos humanos, incluindo a bandeira LGBT, o PSOL barrou, no sábado, 07, a candidatura do pastor Jeferson Barros a deputado federal pelo Rio de Janeiro.
Em pré-convenção, 55 delegados votaram a favor do veto, sete foram contra e duas abstenções. Barros é acusado de ser homofóbico e de ter ligações com uma das pessoas mais preconceituosas do País, o líder religioso Silas Malafaia.
Ao jornal O Globo, Barros disse que não vai desistir. O deputado federal Chico Alencar afirmou, à reportagem, que se Barros ficar no PSOL terá de se comprometer com a ideologia da legenda.
“Acho que essa discussão é um exercício de democracia interna. O direito ao contraditório foi garantido. E acho que se ficar no partido Barros terá que acumular posturas e práticas que mostrem que ele defende os mesmos princípios que o PSOL sempre defendeu e não está ligado a setores da política tradicional”, afirmou Alencar.
Fonte: ParouTudo

Wellington de Oliveira, ex-assessor de Marco Feliciano (PSC-SP), disse ao jornal O Estado de S.Paulo que procurará a Polícia Federal e vai mudar seu depoimento sobre um vídeo que acusa diversos deputados aliados dos LGBT, como Jean Wyllys (PSOL-RJ), Érika Kokay (PT-DF) e Domingos Dutra (SDD-MA).
Oliveira havia dito em investigação da PF que nada sabia sobre o vídeo. Agora, no entanto, ele afirma que foi o autor e que Feliciano aprovou a ideia, em 2013. “Ele (Feliciano) adorou, comprou a ideia e mandou realizar o vídeo, inclusive aprovou por e-mail, só não queria assumir como nosso”, contou Oliveira, que foi demitido em dezembro, à publicação.
O vídeo diz que Wyllys tem “preconceito contra os cristãos” e usa imagens de seminário sobre sexualidade na infância dizendo que ele estimularia a pedofilia.
O ex-assessor também confirmou a existência de 11 funcionários fantasmas no gabinete de Feliciano. Segundo Oliveira, o pastor e deputado usa dinheiro da Câmara para pagar salários a pastores e outros funcionários, além de dívidas relativas a serviços prestados antes do mandato.
“Todos estes que listei fazem o trabalho para a igreja, para o escritório particular, nada para a política, para o mandato.” Feliciano nega tenha autorizado a produção do vídeo. Parece que o deputado não terá um ano tão tranquilo para tentar se reeleger ou tentar uma vaga no Senado não, hein!
Fonte: ParouTudo

Quando pensamos que já vimos de tudo neste mundo eis que surge algo novo, eis que vem à tona a premonição de uma tragédia que pode acontecer logo logo. Pior do que tá pode ficar sim e isso pode ocorrer na CDHM, vai sair o inFeliciano e pode ficar o Bolsonaro, é isso mesmo galera, este infeliz quer dirigir a Comissão dos Direitos Humanos.

Com o atual presidente Marco Feliciano (PSC-SP) como principal aliado, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) se articula com parlamentares evangélicos para presidir a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Ele afirmou estar otimista e ter o apoio do líder de seu partido, Eduardo da Fonte (PE), na campanha. "Estou fechado com a bancada evangélica e tenho o apoio do líder do meu partido. Não acredito que o PT vai se interessar pela comissão. Isso é desejo de uma minoria do PT. Eles vão querer algo maior", afirmou Bolsonaro. As informações foram publicadas no jornal O Globo.
Bolsonaro disse que não teme possíveis resistências que seu nome enfrentará, dada suas posições com a causa dos direitos humanos. "Não estou preocupado com isso. Tiro de letra essas críticas. Sinto que já estou com um pé dentro da comissão", ressaltou Bolsonaro".

Pedimos  a todos que assinem a petição que repudia a inscrição e eleição do Bolsonaro para a CDHM.

Acesse o link abaixo e assine, vamos evitar um grande mal que pode ocorrer mais uma vez neste país!



É cada notícia absurda que a gente ver mídia que só por Deus, absurdos e mais absurdos que só lendo mesmo para acreditar que é real. A política no Brasil tem virado um palanque para religiões evangélicas discriminar, achincalhar e ofender os gays, a cada semana uma medida idiota que atinge diretamente a comunidade LGBT.
A política deveria ser um instrumento que buscasse melhorias a favor do povo, e não ser palco de defesa desta ou daquela entidade religiosa, e sem falar quando utiliza deste meio para atacar os direitos humanos que conquistamos com tanta luta! 
O beijo gay entre Niko (Thiago Fragoso) e Félix (Matheus Solano) no último capítulo de “Amor à Vida” não agradou às lideranças evangélicas.
O pastor baiano e deputado estadual Sargento Isidório entrou com um processo contra a Rede Globo nesta terça (04) na Assembleia Legislativa da Bahia, repudiando a exibição do beijo, além de dizer que a emissora carioca agride à “família brasileira”.
No entanto, vale lembrar que ele, que é ex-gay, já declarou que não pode ficar perto de homem com medo de uma recaída. “O pastor é humano. Claro que eu tenho medo de recaída. Não posso ficar junto de homem muito tempo porque a carne é fraca”.
No documento, o pastor fala que a Globo exibe insistentes “cenas de sexo, beijos entre homossexuais, traições conjugais, homicídios, tentativas de homicídios, assédio moral, humilhação, dentre muitas outras, de maneira tendenciosa, atentam contra os bons costumes, com a finalidade de promiscuir e assim destruir as famílias tradicionais cristãs“. Segundo o pastor, isso é um grave atentado ao pudor aos que assistem a Globo.
Nas redes sociais, muitas pessoas concordaram com o pastor, já outras disseram que ele está sendo homofóbico e que devia usar seu mandato para coisas úteis. A Globo ainda não se pronunciou sobre o caso, até porque ainda não recebeu qualquer tipo de notificação.

Fonte: Pheeno

O discurso e a prática da presidente Dilma Rousseff são coisas bem diferentes. Se num dia ela firma o compromisso de combater a violência homofóbica, no outro, manda dizer que isso não a interessa até o fim dos eleições para não atrapalhar o apoio que tem dos evangélicos.
Na quinta-feira, 12, durante a entrega do Prêmio Nacional de Direitos Humanos, em Brasília, Dilma mal citou os LGBT em seu discurso, mas disse: “O nosso compromisso com o enfrentamento da violência que atinge a população LGBT é firme e inquestionável”.
Bom, parece não ser tão firme assim. Nesta sexta-feira, 13, o portal “iG” revelou que a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, orientou a bancada do PT no Senado, pelo telefone, a só votar o projeto que criminaliza a homofobia (PLC 122) depois das eleições de 2014. O motivo? O medo de Dilma perder o apoio dos evangélicos para a sua reeleição. De novo: em nome do poder a cúpula do PT faz dos LGBT um objeto para barganha política da mais suja.
Entretanto, há resistência dentro do partido. Os senadores Paulo Paim (PT-RS) e Ana Rita (PT-ES) intencionam apresentar o projeto para votação na quarta-feira 18.

Fonte: ParouTudo

Gays, travestis e profissionais do sexo estão dentre a população mais vulnerável à contaminação pelo vírus HIV. E é ela o foco da nova campanha promovida pelo Ministério da Saúde para a prevenção da aids.
O cartaz estrelado por uma dupla homossexual diz: “Tem coisas que é melhor saber o quanto antes. Com a aids é assim. Faça o teste”. E ainda há uma breve explicação do porquê descobrir mais rapidamente sobre a infecção.
Veja mais informações – incluindo os outros cartazes da campanha – no site de DST, aids e hepatites virais do Ministério da Saúde.

Fonte: ParouTudo
Amber  Beierle e Rachael Robertson
As americanas Amber  Beierle e Rachael Robertson entraram com um processo contra o estado norte americano de Idaho, devido a uma lei estadual que proíbe o casamento gay. Elas também contestam a recusa do estado de Idaho em reconhecer casais do mesmo sexo que se casaram legalmente em outros estados. Amber e Rachael moram em Boise, Idaho e vive junta a mais de três anos.
 Além de Amber e Rachael, outros três casais gays entraram com ação contra ao mesmo estado. Entre eles estão Sue Latta e Traci Ehlers, casados desde 2008, na Califórnia, Lori e Sharene Watsen, casados desde 2011 em Nova York. As uniões, porém não são reconhecidas pela lei de Idaho.

A procuradora-geral da República interina, Helenita Acioli, enviou nesta quarta-feira (28) parecer ao Supremo Tribunal Federal em defesa do casamento gay. Ela opinou pela rejeição de Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta pelo Partido Social Cristão (PSC) contra a resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que obriga os cartórios de todo o país a celebrar o casamento civil e converter a união estável homoafetiva em casamento. 

Na ação protocolada no Supremo, o PSC argumenta que o CNJ extrapolou sua competência administrativa e invadiu prerrogativa que caberia apenas ao Congresso Nacional. Para o partido, a resolução do órgão de fiscalização do Judiciário deveria ser derrubada porque estaria ferindo o princípio constitucional de separação dos poderes. 

Para a procuradora-geral, a decisão do CNJ está em conformidade com interpretação do STF de que o conceito de família não se restringe à união entre homem e mulher. Com esse entendimento, a Corte autorizou a união estável homoafetiva.



“Entendendo que a aplicação da norma constitucional é obrigatória a qualquer órgão público, tem-se que o Conselho Nacional de Justiça, ao emitir a resolução ora impugnada, apenas exige que se consolide prática uniforme da norma constitucional conforme fora interpretada pelo Supremo Tribunal Federal. O ato do CNJ é, nesse viés, mero desdobramento da decisão da Corte”, argumenta Helenita Acioli no parecer enviado ao STF. 

Ela afirma ainda que é função do CNJ controlar a atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário, o que inclui, segundo ela, exigir que os tribunais e serviços auxiliares, no caso os cartórios, assegurem a todos os direitos previstos na Constituição. 

“Trata-se, pois, de consolidar, por meio da uniformização de tratamento, o direito dos casais homoafetivos de desenvolverem a vida familiar”, disse.  

ISSO SE CHAMA JUSTIÇA PARA TODOS, IGUALDADE DE DIREITOS! 


Fonte: G1


Um protesto muito legal e cheio de humor foi realizado por alguns passageiros dentro de um avião para o deputado inFeliciano!

O protesto ocorreu durante um voo da Azul Linhas Aéreas, que partia de Brasília para São Paulo, um grupo de rapazes resolveu fazer um protesto um tanto quanto diferente. Dois deles levantaram das poltronas e, no corredor da aeronave, dançaram a música"Robocop Gay", sucesso do grupo Mamonas Assassinas nos anos 90. 

Confira aqui no vídeo:




Eu adorei esse protesto, acho deveria ter muito mais! Não podemos ficar calados, sendo vítima desse safado do inFeliciano! 


A política no Brasil é mesmo nojenta, é algo que nem Deus sabe explicar! Depois que o povo revolta e sai a rua ainda reclama, nos chamam de baderneiros, anarquistas e arruaceiros, mas esquecem que estamos ligados em tudo o que os nossos políticos vem fazendo! Não somos idiotas e vamos protestar sempre que algo nos incomodar.
Os nossos parlamentares estão muito preocupados em curar aquilo que não é doença, tentando enfiar na nossa goela um projeto absurdo que vai contra as determinações da Organização Mundial de Saúde.
Ontem mesmo foi rejeitado o projeto de 'Cura Gay' e hoje outro deputado pegou o projeto e colocou novamente para ser aprovado na Câmara.
O babaca da vez é o deputado Anderson Ferreira (PR-PE) reapresentou na tarde desta quarta (03/07) à Mesa Diretora da Câmara o projeto evangélico que insiste em dizer que somos doentes e os psicólogos podem nos curar! 
Acabamos de incluir mais um parlamentar na lista de políticos preconceituosos, estejamos atentos para não desperdiçar o nosso voto!



A Câmara dos Deputados aprovou, há pouco, requerimento para retirada de tramitação do projeto de decreto legislativo, conhecido como projeto da “cura gay”. Com a aprovação do requerimento, apresentado pelo autor da proposta, deputado João Campos (PSDB-GO), a matéria será arquivada e não poderá ser reapresentada este ano.
O projeto derruba a aplicação de dispositivos de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia, em vigor desde 1999, que proíbe os profissionais de participarem de terapias para alterar a orientação sexual e de tratar a homossexualidade como doença.
Todos os partidos encaminharam favoravelmente à aprovação do requerimento, a exceção foi o PSOL que encaminhou contrário à proposta. O partido queria que fosse votado o mérito da proposição para que ela fosse rejeitada e não pudesse ser reapresentada nesta legislatura, que acaba no inicio de 2015.
O deputado Jean Willians (PSOL-RJ) criticou a manobra para o arquivamento do projeto, com o argumento de que se fosse votado e rejeitado o mérito, outro projeto semelhante só poderia ser apresentado na próxima legislatura, que começa em 2015. “O projeto deveria ir para o lixo, de onde nunca deveria ter saído”.
O presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), também criticou a proposta, mas enalteceu o seu autor. “Ao nosso ver, o projeto é preconceituoso, é inconveniente, é inoportuno. E esta Casa não gostaria de vê-lo aprovado. Eu quero enaltecer que ele [João Campos] foi sensível às reclamações das ruas em relação ao projeto”.

Fonte: Agência Brasil

Dilma Rousseff, enfim, lembrou que nós existimos (fruto das revoltas populares, decerto). Nesta sexta-feira, 28, Dia do Orgulho LGBT, a presidente recebeu ativistas arco-íris e integrantes do Conselho Nacional LGBT.
A presidente, de forma surpreendente, declarou que o “o Estado tem o dever de defender e impedir a violência e a discriminação de todos e todas, inclusive por orientação sexual e identidade de gênero”.
Os militantes entregaram a Dilma uma Carta Pública das Entidades do Movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais do Brasil. Dentre as principais reivindicações estavam: aprovação de uma lei que pune crimes de intolerância por orientação sexual e identidade de gênero e a mobilização da base aliada do governo pela rejeição no Congresso do projeto chamado como “cura gay”.
O dia 28 de junho é considerado o Dia do Orgulho Gay por causa da revolta no bar Stonewall, em Nova York, nesse dia, em 1969. Cansados de serem maltratados e extorquidos pela polícia, LGBT deram um basta com uma revolta que se estendeu por vários dias e marcou o início da luta pelos direitos arco-íris no mundo ocidental.
Fonte: ParouTudo