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Alessandro Cardoso & Lukas Kater
Olá galera, olha eu aqui de volta com o Papo F, depois de um tempinho afastado voltei pra entrevistar dois garotos super gatos, namorados e suuuper polêmicos! Quando é polemico eu gosto, recentemente atuaram em um filme pornô...  Essa é a hora que vocês gritam meninas.
 Mais é verdade, muitos babados vem por ai, vamos lá?!

Alessandro Cardoso 23 anos e Lukas Kater 19 ( Não, ele não é parente da Beyoncé.)
 Atualmente Moram no Guarujá SP e amam praia.

Adoram a popularidade que conquistaram e sim, não tem problemas em se exporem. Falam que por dinheiro não precisam ter certos pudores. Então queridos leitores, estão preparados para pirarem???

Grupo Freedom: Kater, Cardoso Sejam muito bem vindos ao Papo F, não é de hoje que estou planejando esta entrevista então voilá!
Alessandro: Obrigado, o prazer é todo nosso!
Lukas: Obrigado, vamos lá.

Grupo Freedom: Sei que os dois são polêmicos e eu adoro isso nos meus entrevistados, então não economizem. Podem arrasar.
Alessandro: Pode deixar, eu tô pronto.
Lukas: kkkkk... Pode deixar, não vou economizar.

Grupo Freedom: Como e quando vocês se conheceram?
Alessandro: Nos conhecemos no dia 11 de fevereiro de 2013 no bate papo da uol, marcamos um encontro na praia e inicialmente era apenas sexo casual.
Lukas: Eu não queria sexo no primeiro encontro, procurava algo mais serio.

Grupo Freedom: E vocês se apaixonaram?
Alessandro: Nos primeiros dias não, mais a gente começou a se ver mais e rolou uma paixãozinha. Resolvi pedir ele em namoro e o Thãn aconteceu.
Lukas: Eu me apaixonei na hora, poque rolou uma coisa que com nenhum outro aconteceu... Ele fez sexo mais não foi embora, em vez disso ficou agarradinho comigo e eu achei isso super fofo.

Grupo Freedom: Meninos e esse negocio de serem tão polêmicos, fotos sem pudor, emfim... Como começou tudo isso?
Alessandro: Porque percebemos que só íamos conseguir popularidade rápido se fosse assim até que conseguimos lotar o face e ai por diante.
Lukas: Eu não sei bem explicar, isso tava subindo a nossa cabeça popularidade, popularidade, até que começamos a ousar! Mas hoje nem ligamos mais pra isso.

Freedom: Vocês estão famosos, e não é de hoje, algum tempo atrás rolaram dois videos caseiros performado por vocês. Quem teve a ideia de gravar os videos?
Alessandro: De certa forma sim, temos alguns fãns e isso é legal. O Lukas que teve a ideia e eu não queria inicialmente.
Lukas: Eu que tive a ideia, o Alê até brigou um pouco comigo, mais depois ele viu que varias pessoas estavam pedindo no chat e que se ja gostavam das fotos, os videos eles iam amar.

Freedom: Na época vocês estavam namorando, isso abalou de alguma forma a relação? Porque pelo que eu sei vocês separaram por um tempo, tem a ver com a proporção que isso tomou?
Alessandro: Não, não tem nada haver.
Lukas: A culpa foi minha, sou um pouco diferente do Alê e isso causa algumas brigas, mas não posso dar grandes detalhes.

Freedom: Esses videos ainda rolam na internet, fiz uma pesquisa rápida no Google e vocês estão em mais de 6 sites diferentes. Você tinha noção que isso ia acontecer??
Alessandro: Eu não imaginava que fosse viralizar.
Lukas: Eu imaginava que não ia sair do meu blog... kkkk


Freedom: Meninos chegou ao conhecimento de suas famílias? Qual a reação deles?
Alessandro: Da minha ainda não, mais na do Kater sim.
Lukas: Sim, uma tia viu e deu maior sermão, mais consegui enrolar ela, mais assim mais próximo de casa ainda não. Meus pais são evangélicos então nem mechem na internet, graças a Deus. kkkkk

Freedom: Bom agora vocês já estão em outro patamar, as coisas estão mais profissionais. Como vocês conseguiram chegar na #Hotboys?
Alessandro: Um amigo meu que deu a ideia, eu não botei muita fé mas ele fez tudinho. Alguns dias depois o produtor entrou em contato comigo.
Lukas: Eu não fiz nada, só atuei. kkk Foi tudo o Alê que resolveu.

Freedom: Gente todo mundo quer saber, QUANTO??
Alessandro: rsrrsrsrsrrrsrs...
Lukas: Imaginem... Fica por conta da imaginação de vocês. kkkkk

Freedom: Kater, essa é especialmente pra você feita por um internauta. É verdade que o passivo tem um cachê mais gordinho?
Alessandro: rsrrsrsrrsrs
Lukas: rsrrsrsrs... Deveria né!! Mais nem um centavo a mais.

Freedom: Na hora da gravação, qual a parte mais difícil? Fica muita gente no Set? Isso atrapalha?
Alessandro: Para o ativo é mais difícil, porque tem que se manter concentrado e como tem gente nos bastidores a gente fica meio envergonhado e isso atrapalha muito.
Lukas: Ficar parando a gravação o tempo inteiro pra seguir o roteiro. E como estávamos nervoso a gente não parava de rir. As gravações duraram 3 horas mais depois foi normal.

Freedom: E vocês pretendem continuar gravando?
Alessando: Sim, claro.
Lukas: Estamos aberto a propostas.

Freedom: Meninos e se as novas propostas for pra gravarem com parceiros diferente ou por exemplo a 3?
Alessandro: Estamos aberto a qualquer experiencia, esse é nosso trabalho e estamos aqui pelo dinheiro. Então o negocio é ter mente aberta.
Lukas: Pois é, exatamente o que o Alê falou. E vou até confessar em primeira mão aqui pra vocês que eu já tenho um novo filme gravado com outro parceiro no Hotboys. Estamos abertos a novos horizontes, sabemos o que queremos.

Freedom: Legal! Parabéns pela determinação meninos! Agradeço por ter aceito meu convite desejo muito sucesso e que essa parceria dure muito. Admiro o controle e a forma com que lidam com isso. Um grande beijo da familia #Freedom.
Alessandro: Obrigado pelo convite e estaremos sempre a disposição.
Lukas: Obrigado queridos! Qualquer novidade falaremos pra vocês.


E aqui está um recadinho dos dois! Quem quiser ver uma prévia do trabalho deles clique: Hotboys


Olá galera, é eu sei... Estava mesmo sumido, mais voltei com uma entrevista super especial... Um super amigo meu de Maringá, gatissimo, solteiro... E todos gritam hoooooohooo 
Ele garante que é muito bom de cama, deita e dorme... hehehehe!!!
É professor de português, (eu particularmente adoro um professor de português), super responsável e ama os amigos!!
Aírton
Grupo Freedom: Bem vindo ao PAPO F, é um prazer imenso ter você conosco. Quem é Aírton?
Aírton: Ai obrigado pelo convite. Bom falar sobre mim é muito difícil  Só que não!! rsrs Dizem que ele é companheiro, amigo pra qualquer hora e sempre disposto a ajudar. É carinhoso, compreensível e calmo. Extrovertido, brincalhão e chato as vezes e muito louco. Esse cara sou eu! hehehe

Grupo Freedom: No momento qual sua paixão?
Aírton: No momento e que sempre será é minha família  meus amigos e Deus, SEMPRE!

Grupo Freedom: Você é uma pessoa realizada e feliz? O que ainda falta pra conquistar?
Aírton: Bom acho que ninguém se sente totalmente realizado e completo, digo que tudo que planejo eu consigo realizar, ou pelo menos a maioria delas. Mais as que não consigo vou lutando pois sei que sou capaz. E com certeza faltam sim, muuuiiitas coisas a serem conquistadas!

Grupo Freedom: Quais são suas virtudes e defeitos mais aparentes?
Aírton: As minhas virtudes é que sou muuuiito companheiro, amigo, cinsero. Os defeitos acho que não tenho... Mentira kkkk todos temos! Mais acho que sou muito teimosia, me chatear e chorar por qualquer coisa que seja. 

Grupo Freedom: Como você define sua sexualidade?
Aírton: Totalmente homossexual.

Grupo Freedom: Você teve uma transição de auto aceitação e aceitação da família? Como foi?
Aírton: Minha auto aceitação foi difícil, pois não sabia se era isso que eu queria. Mais a família me surpreendeu, até uma tia que achava que me odiaria, me defende.

Grupo Freedom: Já sofreu algum tipo de preconceito?
Aírton: Sim, e a todo momento sofro, desde criança por causa do meu jeito e hoje realmente sei o quanto a sociedade é preconceituosa.

Grupo Freedom: E o que você faz pra se defender em um momento desses?
Aírton: Ignoro, coloco meus fones e a musica bem alto.

Grupo Freedom: Que conselho você daria pras pessoas evitarem este tipo de preconceito?
Aírton: Não retrucarem... Não se deixem levar por comentários fúteis.

Grupo Freedom: Bom querido é isso. Obrigado por abrir o coração pra gente. bjsss até a próxima!
Aírton: Eu que agradeço a oportunidade!!! bjss!!

Olá gatinhos!!!  Olha só estamos de volta com o "Papo F" e vamos entrevistar um gatinho muito especial!
Ele se chama Matheus Henrique tem 17 aninhos e é geminiano, gosta de dançar, se cuidar e adooora ler!!! Segundo ele, pra conquista-lo o cara tem que ser daqueles que se cuidam.
Matheus Henrique
Grupo Freedom: Bem vindo ao papo f, é um prazer ter você conosco. Você gosta muito de dançar né, você faz ballet? Gostaria de fazer profissionalmente?
Matheus Henrique: Primeiramente eu que agradeço a oportunidade. Bom eu amo dançar, é a minha vida. Infelizmente ainda não comecei a fazer ballet mas pretendo começar ainda este ano. E pretendo sim ser bailarino profissional.

Grupo Freedom: Como você considera sua orientação sexual?
Matheus Henrique: Hoje me considero homossexual mais antes achava que era bisexual, por causa de não me aceitar totalmente.

Grupo Freedom: Já foi vitima ou presenciou algum tipo de preconceito?
Matheus Henrique: Sim sim, Nunca fui agredido fisicamente mais sempre zombavam de mim quando era mais jovem por eu ser muito "menininha".

Grupo Freedom: Como sua orientação sexual influenciou na sua maneira de ser?
Matheus Henrique: Na verdade não influenciou. Eu sempre fui assim, a unica coisa que mudou foi que aos 12 anos descobri que gosto de homem.

Grupo Freedom: Como é a relação com seus familiares?
Matheus Henrique: É sazonal, uma hora estamos bem, outra queremos nos pegar. (kkkk...) Mas nos damos bem!!

Grupo Freedom: O que você acha da politica em relação aos gays?
Matheus Henrique: No meu ver existem propostas de leis muito boas, que poderiam ser aceitas. Mais como alguns "elementos" do senado brasileiro se demonstram homofóbicos... Acredito que apenas os LGBTS da próxima geração vão poder usufruir de um pais com menos hipocrisia e preconceito para o nosso grupo.

Grupo Freedom: Agora fala pra gente, como anda seu coração?
Matheus Henrique: Posso pular essa pergunta? kkk...  Bom, sinceramente estou passando por um tsunami de emoções... Uma hora estou feliz ao extremo, outra hora estou pensando que eu gosto de alguém! Mais ele ta free... hehehe Pronto pra se apaixonar de novo! 

Grupo Freedom: Poderia deixar uma mensagem pra galera do Freedom?
Matheus Henrique: Clarooo!!!  Bom galera conheço muitos de vocês, tenho um carinho imenso por todos. Obrigado pelo afeto que muitos tem comigo e é isso!! hehehhe  Amo vocês!!!!

Grupo Freedom: Agora pra finalizar, quero te agradecer por fazer parte dessa família e esperamos ter conosco sempre. E a pergunta que faço pra todos, por que você está no Freedom? O que você mudaria no grupo? Uma pessoa do grupo que você admira?
Matheus Henrique: Bom estou no Freedom porque é o único grupo que me identifico e que me agrada. A unica coisa que eu mudaria era por Lésbicas no grupo! E a pessoa que mais admiro é o Fillip Louis. Ele é meu amigo desde que eu entrei. Um irmão! Fii te amoooo!!!!
Mais uma vez agradeço!!!  Muita paz e sucesso!!!  Fuiiiiii!!!! 


Salve salve coloridos...
Hoje vamos entrevistar um cara muito legal, super gatinho e muito simpático. Vamos dar nossas boas vindas ao Cassio Godoi, 20 anos, morador de Jabaquara-SP e agora vai abrir o coração em uma entrevista bem humorada.
Cassio Godoi
Grupo Freedom: Cassio primeiro é muito bom ter você conosco e obrigado por aceitar nosso convite. Você poderia descrever um pouco a de você e sua personalidade?
Cassio: Eu que agradeço. Sou uma pessoa super humilde, um tipo de pessoa que não ver maldade nas pessoas, gosto de ajudar as pessoas mais nem sempre aceito ajuda. Sou uma pessoa super feliz e fivo muito bem a minha vida. Sou sincero, humilde, extrovertidosimpático, chato... hehehe

Grupo Freedom: Como você define sua orientação sexual?

Cassio: Hoje me defino gay. Mais demorei muito pra me aceitar. Hoje falo com segurança o que sou.

Grupo Freedom: Você já foi vitima ou presenciou algum tipo de homofobia?

Cassio: Já presenciei e fui vitima também. Uma dessas foi minha família, sofri muito por eles terem se afastado de mim quando souberam minha orientação sexual. Hoje eles já superaram.

Grupo Freedom: Você acredita que alguns casos de homofobia são por causa de atitudes, por não sermos discretos? Você achaque devemos mudar de personalidade por causa da sociedade?

Cassio: Olha sinceramente acho que alguns deveriam ser mais discretos sim, mais não digo totalmente, porque a sociedade tem que aprender a lidar com a diversidade.

Grupo Freedom: Todos passam por um dilema na vida que é o "se assumir", como foi o seu?
Cassio: Foi a barreira mais forte que enfrentei até hoje. Não foi fácil ter coragem, mais consegui. Foi tão difícil  pra mim pois a minha família se afastou bastante de mim. 

Grupo Freedom: E hoje como é o relacionamento com sua família?
Cassio: Ha eles já superaram, hoje tá super normal.

Grupo Freedom: O que você acha que falta no Brasil para que a homofobia diminua?
Cassio: Faltam a sociedade se colocarem no nosso lugar, vivemos em uma sociedade muito egoísta.

Grupo Freedom: Agora me fala, como anda seu coração e como seria o cara pra você?
Cassio: hehehe  meu coração vai muito bem! O cara pra mim não tem que ser o mais lindo, não ligo pra isso, ele tem que ter humildade, ser carinhoso e sincero.

Grupo Freedom: Olha foi um prazer enorme ter você aqui,  obrigado por fazer parte da família Freedom, e pra finalizar por que você está no Freedom e o que temos que mudar?
Cassio: Olha estou neste grupo porque acho que ele é digno de um publico perfeito. Ele nos deixa sempre a par da realidade. E não tem que mudar nada, tá perfeito assim. Obrigado a todos do grupo Freedom.

Por: Cicero Manoel
Oooiii gatinhos...  Depois de algum tempo sem fazer o Papo F, vamos conversar com uma pessoa bem especial a lindíssima drag queen Prycylla Feniquis (Claudio). Isso mesmo, com dois Y e dois L. A gata é abusada porque pode... hehehe
Com um humor incrível e força na peruca ela animou uma plateia de 30 mil pessoas em uma parada gay e agora ela nos conta um pouco da sua vida...
Ela só tem 21 anos de vida e já 2 de salto... Mais já arrasa na noite paulista e brinca "Já tenho 19 filhas Feniquis." Agora imagina quando a gata tiver 30 anos de carreira??  Alokaa...

Prycylla Feniquis
Grupo Freedom: Primero bem vinda, obrigado por aceitar nosso convite, é um prazer enorme ter você conosco. Agora responde pra gente, como surgiu Prycylla Feniquis?
Prycylla Feniquis: Obrigada, estou lisonjeada em fazer parte do grupo e da entrevista. Prycylla começou em uma apresentação de rua no evento Carna Gay,incentivado por amigos e convidada pelo organizador do evento. Não tinha como objetivo me tornar uma drag profissional, mas as pessoas gostaram do meu show,e as portas começaram a se abrir para mim, dai em diante não parei mais, busquei me aperfeiçoar cada dia mais e estar entre as melhores para me tornar quem sou hoje.

Grupo Freedom: E por que Prycylla Feniquis? 
Prycylla Feniquis: Prycylla é um nome que sempre gostei, você sabe como são os gays, sempre tem que por os Y e etc... Feniquis porque eu posso me renovar, dar o melhor de mim e me renovar das cinzas sempre. E graças a Deus o nome Feniquis vem crescendo a cada dia.

Grupo Freedom: Muito apropriado. E como é seu trabalho como Drag?
Prycylla Feniquis: Me espelho muito em Labelle Beauty e na Dimmy Kieer, realizo shows em grandes boates aqui de SP e viajo todo o país fazendo shows em boates e paradas gay. Meus shows de 2013 estão babado, estou com a produtora W BRASIL e uma grande equipe de amigos que estão colaborando para que tudo esteja perfeito no show "crasy 2013", esse show poderá ser conferido na boate Raimbow dia 25/01 em Osasco-SP, contando também com a performasse do ator e amigo Wicledy e da minha filha Milla Feniquis. Estou também comandando o programa "Q BABADO" ao lado de Wicledy onde damos alfinetadas em algumas drags convidadas como Robtty Moom, Dimmy Kieer, Strepperella, dentre outras. No programa ensinamos truques de makes. Enfim... Fazemos a festa com as bee. O programa será exibido pelo canal IXPC e no domingo pode ser conferido pelo You Tube ou no face do Q Babado. Todo domingo uma nova convidada e no dessa semana mandamos um beijo para toda a galera do Grupo Freedom, tá babadooo...

Grupo Freedom: Adorooo.... Amo todas essas garotas que você falou, a Dimmy então... Espero te-las um dia aqui no PAPO F. Bom nem precisa falar que o look das drags são babado né, demora muito a transformação da Prycylla? Quem faz a maquiagem? Como é o processo de transformação?
Prycylla Feniquis: No inicio levava 20 minutos, fazia uma coisa rápida e pronto. Mais com o tempo aprendi a ser mais perfeccionista e agora demoro 2 horas pra renascer. Transformar em Prycylla é bem trabalhoso mais quando vejo o resultado vale muito apena.

Grupo Freedom: E as roupas que você usa, seguem qual estilo? Você se considera uma drag caricata ou segue outro estilo de show?
Prycylla Feniquis: Fui e sou conhecida também como caricata, hoje como citei acima estou elaborando show mais no estilo Burlesque. Gosto de roupas finas, sigo um estilo próprio e eu mesma faço minhas roupas. Gosto desta linhagem Diva mesmo sendo conhecida como caricata. Este ano estou sendo patrocinada por uma empresa para que eu possa aperfeiçoar as minhas produções. Também vendo muitos videos da Gala drag show onde me espelho nas roupas da Kuky e outras drags internacionalmente conhecidas ao qual amo de paixão. Roupa é babado sim, mais não é tudo. Se a drag não souber fazer o show e dar o nome...

Grupo Freedom: Aqui no interior tem ótimas boates, você já fez algum show por aqui? Tem planos?
Prycylla Feniquis: Já tive oportunidade de estar em algumas boates do interior sim. Viajo para o interior paulista sempre e estive em varias, quem sabe em breve vou ai prestigiar vocês?

Grupo Freedom: Não deixa de falar pra gente... Eu sei que muitos jogam o icone drag em um esteriótipo, por fazer shows e usar roupas bem ousadas. Você já sofreu algum preconceito por conta disso?
Prycylla Feniquis: Com certeza. Infelizmente ainda há este preconceito. Muitas vezes temos que sair montadas pois as boates não oferecem um bom camarim  dai sempre tem um e outro que fala algo. Já fui confundida com uma garota de programa só por estar com um vestidinho curto. Mais não costumo sair nas ruas produzida pois alem de criar alvoroço aqui em SP o preconceito ainda é realmente grande e a sociedade não ainda não encara drag queen como uma profissão, infelizmente. Costumo falar sempre: O meu trabalho é o seu entretenimento. Se mostrar, roupas curtas e ousadas são luxo. Mesmo de menino as pessoas me conhecem...

Grupo Freedom: Por falar em menino, gostaria de saber como é sua vida de garoto e quem você gosta mais, da prycylla ou do Claudio?
Prycylla Feniquis: Durante o dia a Prycylla fica no closed (rsrsrrs) e tenho que ter uma postura bem masculina, quando não tenho trabalho estou pensando nos shows. Bom eu amo a Prycylla ela é meu tudo. Troquei e troco tudo por ela se for preciso, em minha vida ela está sempre em primeiro lugar sempre. Não tenho intenção de virar travesti, mais amo o que faço, amo estar no palco e sem esse objetivo não teria o gosto e amor pela vida que tenho hoje. 

Grupo Freedom: E o coração como está?
Prycylla Feniquis: Estou solteirooo e aberto a propostas de casamento! (rsrsrs)

Grupo Freedom: Huuuu os gatos do Freedom vão adorar.! Olha foi um prazer enorme ter você aqui e espero que volte mais vezes. Sucesso sempre e pra finalizar gostaria que você deixasse uma frase legal pra galera do Freedom?
Prycylla Feniquis: Primeiramente quero agradecer a você Cicero pela oportunidade, ao meu amigo Wicledy pelo apoio e toda a galera que acompanha o meu trabalho. E um recadinho especial para a galera do Freedom: Viva o seu dia como se fosse o unico, mais com responsabilidade, porque você é o reflexo do seu ontem e o futuro do seu amanhã.

Por: Cicero Manoel 


Olá babys, depois da entrevista histórica com o André Baliera, estamos de volta com mais um Papo F. Dessa vez vou entrevistar o Paulo Cândido.
Além de ser super gato, tem 21 anos, mora em Brasnorte-MT e sonha em se formar em letras. É super simpático e tem uma história de vida incrível.
Paulo Cândido

Grupo Freedom: Paulo primeiro é muito bom ter você conosco e obrigado por aceitar nosso convite. Você poderia descrever um pouco a sua personalidade?
Paulo Cândido  Eu que agradeço pelo convite, bom eu sou uma pessoa bem humorada, adoro fazer os outros rirem. Mais na mesma intensidade posso ser bravo, falou mau de mim perdeu 80% da minha amizade, sou um ótimo amigo mas não me tire do sério, quando solto meu veneno...   Tá NE!!!

Grupo Freedom: Como você define sua opção sexual?
Paulo Cândido  Homossexual bem resolvido.

Grupo Freedom: Hoje você é um gato, mais pelo que sei nem sempre foi assim, você tem uma fonte da beleza no quintal? Qual seu segredo?
Paulo Cândido  Obrigado pelo gato, quem me dera ter uma fonte dessas. Meu segredo foi sofrer por um babaca.

Grupo Freedom: Bem feito pra ele, perdeu... Como que é a convivência com a sua família? O que eles acham da sua orientação sexual?
Paulo Cândido  A convivência é normal, eles me aceitam de boa. Mais meus tios acham frescura, que eu decidi ser assim, que é uma fase que é porque eu nunca fiquei com uma mulher e que se eu ficar viro hétero. Tadinhos...

Grupo Freedom: Você já foi vitima de algum tipo de homofobia? Como reagiu?
Paulo Cândido  Graças a Deus nunca sofri esse tipo de agressão, mais se caso acontecesse eu reagiria.

Grupo Freedom: E seu coração, como está? Como que tem que ser o cara pra te conquistar?
Paulo Cândido  Meu coração tá de boa agora, não tá apaixonado por ninguém, dei férias pra ele depois de tanta decepção. Bom o cara perfeito pra mim ele tem que ser romântico, gostar de sair e ter um astral legal, e tem que gostar e saber beijar muito... Adoro isso e não pode ser muito mais velho.

Grupo Freedom: Pra finalizar gostaríamos de agradecer a sua participação, desejar-te um feliz natal e um ano novo bem prospero. Gostaria de saber por que você está no Freedom e o que precisa melhorar no grupo?
Paulo Cândido  Eu que agradeço. Estou no Freedom por que ente os outros ele é o melhor. Eu amo esse grupo e pra melhorar algumas pessoas tem que moderar nas publicações. Já fiz vários amigos o grupo é 10. E novamente agradeço pela oportunidade. Um abraço a todos! 






Hello Freedom's pussycats!!!



Esta semana resolvemos fazer um PAPO F extra. Tivemos a grande honra de entrevistar o André Cardoso Gomes Baliera, 27 anos, estudante de direito da USP morador atual de São Paulo. Recentemente foi vítima de homofobia no bairro Pinheiros, no qual foi relatado pela mídia de todo o país  e devido tantos comentários no Freedom resolvemos contatá-lo para nos contar como aconteceu tudo isso! Na integra perguntas feitas por internautas do grupo.
André Baliera


Grupo Freedom: André é um prazer enorme ter você aqui conosco compartilhando a sua história! Pra começar, gostaria que você falasse um pouco quem é André Baliera (um pouco de você)?
André Baliera: O André é um fã dos Beatles e do Oasis e é gay. Acho que são as 3 coisas principais a meu respeito.  Tudo o mais é mutável. Sou militante por achar extremamente injusto a subtração do direito baseada em questões intrínsecas ao ser humano. E por isso milito não apenas contra a homofobia, mas também contra o machismo, contra o racismo, contra a marginalização do ser humano, contra o preconceito qualquer que seja ele. Sou um cara normal, embora esteja sendo tratado como herói ou símbolo de qualquer coisa. Sou da paz e a única luta em que acredito é a dos movimentos sociais por direitos.

Grupo Freedom: Recentemente o Brasil inteiro te conheceu pela agressão cometida por dois homofóbicos. O que você acha que motivou essa atitude?
André Baliera:  Exatamente isso que você citou: homofobia. Qualquer outra coisa que passe pela minha cabeça acerca do que aconteceu comigo é mera especulação.

Grupo Freedom: Você já foi vitima de outro tipo de preconceito?
 André Baliera:  Já. Ser gay nessa sociedade mentalmente arcaica em que a gente vive é ser alvo constante de violências de cunho homofóbico. Diariamente acontece. Muitas vezes por dia. O que chamou atenção nesse caso foi o fato de ter sido em Pinheiros e contra um estudante de Direito da USP que resolveu não ficar calado. Na periferia isso acontece toda hora e ninguém fica sabendo.

Grupo Freedom: O que você acha das leis atuais contra a homofobia?  Qual conselho você daria para a nossa presidente para que esse tipo de agressão diminua?
 André Baliera:  Há um hiato significativo na legislação penal no que concerne à questão da homofobia. Enquanto o racismo é crime a homofobia nem existe no aparato penal. Isso é lamentável. E, por favor, isso não significa que eu queira ver os dois ou quaisquer outros agentes de homofobia na cadeia, longe disso, não acredito no sistema penitenciário, mas isso precisa ser tratado com seriedade. À presidenta? Bem, se eu pudesse eu diria a ela que há milhares de homossexuais que sofrem apenas pela sua orientação sexual e que isso não nos cabe escolher, é como a cor da nossa pele, e tão injusto quanto sofrer racismo é sofrer homofobia e que, portanto, já é passada a hora de haver subsídios legais que nos protejam. Sei que não cabe apenas a ela, mas ao poder legislativo, que infelizmente é o poder mais retrógrado entre os 3 poderes que compõe o Estado, mas isso também é culpa da sociedade, é culpa dos LGBTT que não entendem a necessidade de votarem juntos e com consciência para transformar nosso acesso aos direitos que a nós hoje não são permitidos.

Grupo Freedom: Você vai abrir ou já abriu um processo judicial contra os agressores?
André Baliera:  O fato gera conseqüências em vários âmbitos do Direito. Em relação ao Direito Penal, como o delegado entendeu o que houve como tentativa de homicídio, ele corre sozinho com a atuação do Ministério Público, embora tenha sido desclassificado o crime e aí eu realmente estou meio perdido. No âmbito administrativo, o estado de São Paulo tem uma lei (a 10.948/01) que pune a homofobia com multa e aí eu fui procurado pelo Dr. Paulo Iotti e pelo CCH (Centro de Combate à Homofobia) para entrar com a ação cabível. E em âmbito cível eu ainda posso pedir danos materiais e morais, o que o Dr. Paulo tem me assessorado e na logo entrarei com a ação.

Grupo Freedom: Nossos internautas fizeram bastante perguntas, e uma que achei muito interessante foi: Qual foi o tratamento dispensado na delegacia? Você ficou satisfeito com o atendimento e de fato o delegado responsável pelo caso está dando o devido acompanhamento?
André Baliera: Na delegacia eu fui absurdamente bem tratado e fico muito feliz de ter a oportunidade de dizer isso. O delegado foi inovador ao entender o fato como tentativa de homicídio, porque, segundo eu vim a saber depois, foi a primeira vez que a homofobia foi encarada desse jeito e não como uma mera lesão corporal. Acho que isso é um avanço importante politicamente na questão da homofobia e lamento o fato do Ministério Público ter negado a denúncia pelo crime de homicídio tentado porque há uma banalização da homofobia que poderia ser posta em xeque dessa vez, mas pelo jeito o promotor não entendeu assim.

Grupo Freedom: Todos os dias acontecem no Brasil casos como o seu, mas poucos chegam a mídia. O que ela pode influenciar em casos assim?
 André Baliera:  A mídia é o quarto poder do Estado. Como aconteceu com a lei dos crimes hediondos que foi devido à pressão da mídia diante do caso da Daniella Perez dessa vez podemos ter uma resposta à altura na tipificação do crime de homofobia, reitero que não concordo com o sistema penitenciário e se a minha opinião fosse válida aqui na pena cabível aos dois que me violentaram eu sugeriria trabalhos com a comunidade LGBTT, seja no CCH, na CADS, sei lá, algo bem estruturado que os fizesse pensar 30 vezes no que fizeram e antes de fazer de novo, com longas sessões de aulas sobre o que é a homossexualidade, sensibilizações acerca do assunto, mas ainda assim, ainda que não seja ideal colocar as pessoas na cadeia, acho que é preciso tratar a homofobia como crime, porque a banalização social da homofobia acontece exatamente por haver banalização no sistema legal, e nessa questão a mídia seria ferramenta importantíssima para os avanços que julgo necessário. É preciso haver o debate mais sério sobre isso. Enquanto o beijo gay é rejeitado na novela, homossexuais sofrem, e assim é a nossa sociedade... doente.

Grupo Freedom: Sabemos que em momentos de raiva o nosso corpo reage, e fazemos coisas sem pensar. Você chegou a reagir? O que você pensou na hora?
André Baliera:  Depende sobre qual momento você está perguntando, quando ouvi as ofensas homofóbicas eu reagi com ofensas recíprocas. Frases como “vai tomar no piiiiii” ou xingamentos como “filho da piiiiii” saíram da minha boca e não me arrependo. Quando os dois desceram do carro o Diego quebrou meu fone de ouvido e minha reação foi fazer o mesmo com um óculos de sol dele e foi quando comecei a apanhar. E aí, infelizmente, eu sou MUITO menor do que ambos e não consegui reagir.


Grupo Freedom: Eu li uma reportagem que onde foi feito o boletim de ocorrência não havia indícios de homofobia. Essa informação procede?
André Baliera:  Claro que não procede. Foi homofobia sim e as testemunhas já depuseram quanto a isso. Qual outra razão poderia fazer duas pessoas aparentemente estudadas e de classe média entrarem com o carro na contramão e atentarem contra a vida de um transeunte senão o ódio?

Grupo Freedom: Segundo informações os seus agressores são o Bruno Portieri e Diego Mosca. Você chegou a ver eles após o acontecido? Algum deles chegou a se desculpar com você? Vendo tudo isso por fora, Qual é o seu sentimento diante deles?
André Baliera: Sim, ficamos juntos na delegacia e foi horrível. O Diego aparentava arrependimento, colocava a mão na cabeça e balançava o rosto como quem diz: “o que foi que eu fiz?”. O Bruno em momento algum pareceu arrependido. Manteve a postura esnobe contra as testemunhas, ameaçando-as; com os repórteres... repetia que era de uma classe social privilegiada, afirmou que eu apanhei de besta porque não segui meu caminho, e tudo aquilo que a mídia já mostrou. O que eu penso em relação a eles? São pessoas que foram muito mal educadas, não sei se por suas famílias ou pela sociedade. Eu realmente acredito que o preconceituoso também é vítima de seu preconceito, não consigo acreditar que as pessoas criam “do nada” ódio por outras pessoas, mas aprendem a tê-lo, e por isso não tenho raiva deles, tenho raiva do que eles fizeram, porque toda vez que deito pra dormir a imagem do que aconteceu volta a minha cabeça e fico transtornado. 

Grupo Freedom: Foi relatado em algumas matérias sobre a solidariedade das pessoas que presenciaram a agressão, inclusive uma senhora que ficou do seu lado servindo de testemunha e fazendo pressão com os policiais para que os agressores não ficassem impune. Como você se sentiu tendo essa solidariedade das pessoas?
André Baliera:   A solidariedade das pessoas é o que me faz continuar falando sobre isso. Muitas pessoas me procuram para relatar que já passaram pelo que eu passei, mas que não tiveram coragem de se expor e me chamam de herói. Não acho que eu seja herói coisa nenhuma, acho que sou um cara de bem que quer chegar em casa em segurança e entende um pouco mais de Direito que a maioria das pessoas porque é o que eu estudo, ninguém tem a obrigação de saber a importância de denunciar, isso seria muito bacana se a mídia divulgasse incansavelmente, voltando à pergunta sobre o que ela poderia fazer. E ainda de outras tantas pessoas que nunca passaram por isso, tantos heterossexuais que entraram em contato comigo, tantos familiares, eu recebi a esperança renovada sobre um mundo melhor. Infelizmente não acredito que eu vá viver para ver um mundo ideal, sem qualquer tipo de preconceito, mas receber o carinho de tanta gente me fez ver que um dia, esteja vivo ou morto, o mundo vai ser melhor.

Grupo Freedom: Você acredita que atitudes, podem provocar homofobia? Qual conselho você daria aos gays para evitar?
André Baliera: Acreditar eu acredito, mas JAMAIS  aconselharia algum LGBTT a agir de forma contrária a sua natureza. Não somos nós que estamos errados, são os preconceituosos e isso é muito importante de ser repetido, não é justo que um molde social conservador determine a conduta isenta de violência das pessoas. Ora, se um gay tem trejeitos que viva em paz com seus trejeitos, não é justo ser colocado atrás das grades do moralismo para satisfazer os preconceituosos. Meu Deus, estamos em 2012, não estamos? O meu conselho é VIVA e torne cada vez mais natural a homossexualidade. Os preconceituosos têm que engolir SIM nossa existência, respeitá-la e repensar o que os faz preconceituosos. Explodam os armários, bees, EXPLODAM pq é justo que vivamos nossa essência como “eles” vivem. É claro que há um respeito de normas sociais e bla bla bla, mas é simples: tudo o que os héteros podem nós também podemos e devemos isso a tantos outros LGBTT que sofrem a violência que eu sofri.  Esse é meu conselho: transformemos a homossexualidade em algo tão comum que não haverá mais de incomodar, e os incomodados... bem, o resto todo mundo sabe.

Grupo Freedom: Pra finalizar o que você espera deste caso? Você está confiante? 
André Baliera: De certa forma acho que já respondi essa pergunta, mas vamos lá. Espero que sejam sim punidos, mas não desejo que “mofem na cadeia”, como não desejo em tantos outros crimes previstos no Código Penal. E isso não é porque sou a Madre Tereza de Calcutá, mas simplesmente porque não acredito na eficácia do sistema carcerário, que só faz ensinar como ser bandido de verdade. Acho que seria muito mais sensato que eles estivessem próximos ao meio LGBTT pra analisarem o que passamos diariamente e repensarem suas condutas. Se estou confiante? Não. O Ministério Público já rejeitou a denúncia e a juíza da vara do júri já decidiu pelo envio dos autos à vara comum. Possivelmente eles serão julgados por lesão corporal e terão que pagar algumas cestas básicas. Realmente não entendo o que isso faz ensinar às pessoas que cometem crimes, mas é a nossa justiça e não posso olvidar que é o que eu escolhi estudar e, embora seja lenta e às vezes estranha, é nela que eu acredito. 

Grupo Freedom: Agradecemos a sua atenção e a sua boa vontade de nos atender, estamos torcendo para que os agressores sejam punidos e que este caso não se torne mais um impune. O Freedom estará sempre a sua disposição.
André Baliera: Eu quem agradeço, e coloco-me à disposição de vocês para quaisquer esclarecimentos. Fico muito feliz da imprensa destinada ao público homossexual ter me procurado porque acho importante falar para cada LGBT da importância da nossa luta diária para alcançarmos os direitos que nos subtraem. Beijos!






Olá galera, voltamos com mais um PAPO F dessa vez com um gatinho com um sonho bem ousado... Tenho até medo! hehe...
Hoje vamos bater um papo com o Lucas Amud 16 anos, cheirando a leite de tão novinho, de Manaus-AM, estudante e atualmente o que mais gosta de fazer é malhar. Malha tanto que nem sei onde vai parar!!


Grupo Freedom: Primeiro é um prazer enorme ter você aqui na família freedom e querer abrir seu coração. Não tem como não começar sem fazer a pergunta que todos querem saber. Por que esse sonho tão exótico de ser ator privê? Como isso começou?
Lucas Amud: Nossa, primeiramente quero agradecer e dizer que o prazer é meu de fazer parte desta família, me sinto orgulhoso de ter sido um dos primeiros membros do grupo e observar o crescimento e o fortalecimento a cada dia. Bom esse sonho "exótico" veio quando eu percebi que quero me sentir sexy, sensual e de bem comigo mesmo. Desde cedo venho me preparando fazendo academia, dançando, danço poli dance desde os 10 anos. Usando roupas extravagantes e sensuais. Venho estudando a vida dos meus atores preferidos como Rafael Alencar, Jhonny Rapid, Zeb Atlas, emfim. Quero pertencer a esse time, pousar na G e ficar conhecido ser um orgulho e um modelo de vida para os gays.

Grupo Freedom: Ual... Mas você é muito novinho ainda, na verdade nem pode ver certas coisas ainda. Como seus pais e seua amigos lidam com isso?
Lucas Amud: Me assumi pros meus amigos no começo do ano e pude ver quem era minhas verdadeiras amizades, perdi muitos amigos mais ganhei outros mais verdadeiros. Com o tempo não deu mais pra esconder da familia e eles também descobriram.

Grupo Freedom: E como que anda seu coração? Como que tem que ser aquele cara pra você?
Lucas Amud: Esse é um assunto delicado pra mim, recentemente acabei um relacionamento que eu considerava muito importante pra mim e o cara não quis nem minha amizade mais. O cara pra me fazer ficar de pernas bambas tem que ser carinhoso, que queira sobretudo algo serio, que possamos andar juntos. Quero alguém que seja fiel e companheiro. Tendo esses critérios eu juro fazer ele muito feliz. No momento estou solteiro a espera de um milagre... rsrs

Grupo Freedom: Você já foi vitima de homofobia?
Lucas Amud: Sim, acontece sempre, pois sou do tipo que não tem vergonha de mostrar que sou gay.

Grupo Freedom: O que você acha que tem que mudar no Brasil em relação a leis a favor dos homossexuais?
Lucas Amud: Muita coisa, o Brasil mudou muito, mais o que adianta se as próprias autoridades não respeitam as leis? Nós precisamos de mais liberdade de expressão sem ser julgados...

Grupo Freedom: Agora me fala porque você está no Freedom e o que temos que melhorar no grupo?
Lucas Amud: Nossa tenho até orgulho de responder esta pergunta. O Freedom é uma família pra mim, são mais de 16 mil membros e só aumenta. E de verdade o grupo já me ajudou muito em momentos desesperadores, eu sempre posso contar com todos. Gosto das promoções, publicações e humildade dos membros e os moderadores (Cicero e Gio), Não tem que mudar nada, tá perfeito assim!

Grupo Freedom: Gostaria de agradecer a participação do Lucas, e conte sempre com o nosso grupo!